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08/09/2009
Poças Quanticas
A dialetica conceitual está na superficie da filosofia. Mas o amago das questôes vem coração do homem. E a verdadeira dialetica sempre será sobre a hipocresia dessa realidade.
12/08/2009
???
Estou sem postar com frequencia aqui por que não consigo concretizar o que gostaria de falar. Muitos temas para por aqui tem passado pela minha cabeça, porem cada um deles é muito abstrato para ser materializado em palavras, e se fosse seria em poucas frases.
Temas como:
- Todos somos humanos, logo todos sentimos as mesmas coisas de modo generico mas tendemos a achar que sentir a maior parte da palheta de emoções é algo puramente proprio e não coletivo. O que talvez levaria a frustrações emocianais de socialização do ego e ao não desenvolvimento, de certa forma, da maturidade emocional.
- As relações das mascaras (personalidade) que expomos ao mundo se relacionando com nossos medos e nosso ego - Valor da sinceridade objetivando auto-conhecimento ao expor o ego - Alçar novas dialeticas internas ao expor o ego e assim arquivar emoções abstratas em pastas mentais.
- Consequencias muito beneficas de ser sincero, o que nossa mente passa a raciocinar.
- Premissas, na verdade são o meio que escolhemos de guiar nossa mente.
- Futuro - Encarar como objetivo de longo prazo e realização.
Escrevi assim em topicos por que ando pensando muito nesses temas... Porem sem fechar o assunto, como varias frentes .
Temas como:
- Todos somos humanos, logo todos sentimos as mesmas coisas de modo generico mas tendemos a achar que sentir a maior parte da palheta de emoções é algo puramente proprio e não coletivo. O que talvez levaria a frustrações emocianais de socialização do ego e ao não desenvolvimento, de certa forma, da maturidade emocional.
- As relações das mascaras (personalidade) que expomos ao mundo se relacionando com nossos medos e nosso ego - Valor da sinceridade objetivando auto-conhecimento ao expor o ego - Alçar novas dialeticas internas ao expor o ego e assim arquivar emoções abstratas em pastas mentais.
- Consequencias muito beneficas de ser sincero, o que nossa mente passa a raciocinar.
- Premissas, na verdade são o meio que escolhemos de guiar nossa mente.
- Futuro - Encarar como objetivo de longo prazo e realização.
Escrevi assim em topicos por que ando pensando muito nesses temas... Porem sem fechar o assunto, como varias frentes .
30/07/2009
Oi você que esta lendo!
Será que alguém lê esse blog?? Tenho a nítida impressão que ninguém lê meus textos... Ou por que são "complicados", ou por que não tem interesse pelos temas... Mas pelo menos eu tenho a consciência tranquila de não escrever como é legal o clip XPto de YWhp e como é legal toda a superfície da futilidade que acaba levando a vida das pessoas pro buraco.
Não sei.. Já teve a sensação de que queria umas ferias da sua vida??? Já teve a sensação de que o céu é o limite mais pouco importa isso?? - De que na verdade mesmo o que você queria era uma praia e umas gostosas dançando e foda-se o resto??? - Sem vontade de ver ninguém, de fazer as mesmas coisas que você adora????
Sabe quando bate aquela vontade de boiar no oceano e viajar ao som do pink floyd, pensando desde o paradigma da cebola até novas sacadas num movimento trancedental de relaxar cada músculo e voar da realidade para o su-perfeito de um mundo de sonhos em que não há corpo, cabeça, pé, mão - mas só sua consciência trafegando por um infinito de sensações??
Acho que queria mesmo era um mundo diferente. Queria outros objetivos. Não outra casa, outras pessoas, outros gostos, outras atividades. Sei la, queria algo que fugisse da rotina de acordar, andar, comer, estudar, trabalhar, se divertir. Queria um mundo tão diferente que seria possível navegar pelo infinito em um copo de agua com gosto de rum.
Sempre tive metas, sempre alcancei o que quis, e vai continuar assim. Não estou desistindo de nenhuma meta, de nada. A labuta do progresso é constante e guia! - Mas sabe, aquela vontade de saltar da realidade??? Que nem na "viagem de Shiriro"??? cadê os momentos de drama universal?? Aquelas situações que mudam a vida do mundo inteiro???
É duro ficar na sua vidinha quando sua mente vai longe, e longe, e longe.
Cada dia que passa, passa... Não volta, não marca, não faz muita coisa. É como o grão de areia carregado pela formiga.... Mas o que eu queria mesmo era que a formiga tivesse uma betoneira para fazer 1 tonelada de cimento por vez, e não carregar um grãozinho só! Queria uma betoneira de vida, de alma, de energia.
Será que alguém lê esse blog?? Tenho a nítida impressão que ninguém lê meus textos... Ou por que são "complicados", ou por que não tem interesse pelos temas... Mas pelo menos eu tenho a consciência tranquila de não escrever como é legal o clip XPto de YWhp e como é legal toda a superfície da futilidade que acaba levando a vida das pessoas pro buraco.
Não sei.. Já teve a sensação de que queria umas ferias da sua vida??? Já teve a sensação de que o céu é o limite mais pouco importa isso?? - De que na verdade mesmo o que você queria era uma praia e umas gostosas dançando e foda-se o resto??? - Sem vontade de ver ninguém, de fazer as mesmas coisas que você adora????
Sabe quando bate aquela vontade de boiar no oceano e viajar ao som do pink floyd, pensando desde o paradigma da cebola até novas sacadas num movimento trancedental de relaxar cada músculo e voar da realidade para o su-perfeito de um mundo de sonhos em que não há corpo, cabeça, pé, mão - mas só sua consciência trafegando por um infinito de sensações??
Acho que queria mesmo era um mundo diferente. Queria outros objetivos. Não outra casa, outras pessoas, outros gostos, outras atividades. Sei la, queria algo que fugisse da rotina de acordar, andar, comer, estudar, trabalhar, se divertir. Queria um mundo tão diferente que seria possível navegar pelo infinito em um copo de agua com gosto de rum.
Sempre tive metas, sempre alcancei o que quis, e vai continuar assim. Não estou desistindo de nenhuma meta, de nada. A labuta do progresso é constante e guia! - Mas sabe, aquela vontade de saltar da realidade??? Que nem na "viagem de Shiriro"??? cadê os momentos de drama universal?? Aquelas situações que mudam a vida do mundo inteiro???
É duro ficar na sua vidinha quando sua mente vai longe, e longe, e longe.
Cada dia que passa, passa... Não volta, não marca, não faz muita coisa. É como o grão de areia carregado pela formiga.... Mas o que eu queria mesmo era que a formiga tivesse uma betoneira para fazer 1 tonelada de cimento por vez, e não carregar um grãozinho só! Queria uma betoneira de vida, de alma, de energia.
24/07/2009
Parabola dos Talentos
1 - Cada um de nós tem capacidades, habilidades, chances. Muitas vezes essas caracteristicas podem ser encardas por dois campos: O intelectual que constituiria a parte consciente da pessoa, e o campo material que constituiria a parte da pessoa que se integra com o mundo - duas partes de uma mesma racionalidade mental - Notando-se o sentido de que a parte intelectual seria a de juízo de valor e biblioteca mental, enquanto que a parte material definiria as relações desse genio com o exterior, expressando e guiando as escolhas.
2 - Todos vivemos, e ao vivermos fazemos escolhas, seguimos caminhos, definimos metas, expressamos gostos. E trilhando nossos caminhos podemos fazer novas escolhas sempre a partir do presente.
Pensando nessas duas premissas acima e analisando a "parábola dos talentos" aferi algumas coisas interessantes:
Muitas vezes Deus da moedas, ou talentos, em diferente quantidade a cada um de seus filhos, de acordo com o que mereça, sem jamais negar mais moedas a quem faça por merecer. Mas as moedas poderiam ser encaradas como o que??? Saúde? Sanidade? dinheiro? amor? bondade? sorte? espiritualidade?
Acho que a parábola dos talentos não se refere às habilidades ou materialidade de cada um. Mas sim a missão a qual Deus delega a cada um de nós que nos trará em sua experimentação novas luzes e realidades, que constituirão nossos novos tesouros pilhados no tempo.
Por que se há causa e efeito é simples pensar que aquilo que temos hoje seja resultado de nosso esforço, e logo, o que somos não seriam as moedas de Deus, mas o quão mais poderemos ser com menos tempo e sofrimento. Talvez ai se encaixe uma sabedoria maior ao ter justiça no progresso, ao dar suas moedas. Ao distribuir não carros, casas, famílias; mas realidades, missões, dificuldades, pessoas, para que estas ultimas constituam o laboratório de nossas almas; mostrando cada vez mais os verdadeiros mistérios, que só são mistérios por ainda não haverem sido desvelados, e não por destinação eterna.
Muitas vezes podemos ter dons que sejam aparentes, mas talvez a pessoa mais introspectiva e fechada do mundo galgue muito mais coisas pelas decisões que toma, do que aquele que de pronto aparenta o sucesso. Por que se a vida é um período de tempo, e se o tempo é eterno como a alma, há que se considerar que o sucesso de hoje pode resultar num futuro vazio, enquanto que uma vida bem traçada primeiramente na mente pode nos conduzir a melhores possibilidades no sentido da probabilidade em um futuro próximo.
2 - Todos vivemos, e ao vivermos fazemos escolhas, seguimos caminhos, definimos metas, expressamos gostos. E trilhando nossos caminhos podemos fazer novas escolhas sempre a partir do presente.
Pensando nessas duas premissas acima e analisando a "parábola dos talentos" aferi algumas coisas interessantes:
Muitas vezes Deus da moedas, ou talentos, em diferente quantidade a cada um de seus filhos, de acordo com o que mereça, sem jamais negar mais moedas a quem faça por merecer. Mas as moedas poderiam ser encaradas como o que??? Saúde? Sanidade? dinheiro? amor? bondade? sorte? espiritualidade?
Acho que a parábola dos talentos não se refere às habilidades ou materialidade de cada um. Mas sim a missão a qual Deus delega a cada um de nós que nos trará em sua experimentação novas luzes e realidades, que constituirão nossos novos tesouros pilhados no tempo.
Por que se há causa e efeito é simples pensar que aquilo que temos hoje seja resultado de nosso esforço, e logo, o que somos não seriam as moedas de Deus, mas o quão mais poderemos ser com menos tempo e sofrimento. Talvez ai se encaixe uma sabedoria maior ao ter justiça no progresso, ao dar suas moedas. Ao distribuir não carros, casas, famílias; mas realidades, missões, dificuldades, pessoas, para que estas ultimas constituam o laboratório de nossas almas; mostrando cada vez mais os verdadeiros mistérios, que só são mistérios por ainda não haverem sido desvelados, e não por destinação eterna.
Muitas vezes podemos ter dons que sejam aparentes, mas talvez a pessoa mais introspectiva e fechada do mundo galgue muito mais coisas pelas decisões que toma, do que aquele que de pronto aparenta o sucesso. Por que se a vida é um período de tempo, e se o tempo é eterno como a alma, há que se considerar que o sucesso de hoje pode resultar num futuro vazio, enquanto que uma vida bem traçada primeiramente na mente pode nos conduzir a melhores possibilidades no sentido da probabilidade em um futuro próximo.
08/07/2009
Meditção è Foda!!
A meditação apesar do que possam falar para mim é algo que considero perigoso por nos abrir a todos os contatos.O verdadeiro estado de iluminação se alcança quando passamos a enxergar acordados o que preferimos ver meditando, e quando entendemos que os fenómenos sobrenaturais na verdade significam muito pouco em relação as verdadeiras luzes do amor. O verdadeiro estado de paz só se alcança com a tranquilidade de consciência, a qual depende sempre da sinceridade de pensamento, que é o foco no processo de meditação.. Isso dá o que pensar.
20/06/2009
Metaforas de um mundo imperfeito
"Suem agora para não chorar depois", Nosso Lar, cap. 1, de André Luiz.
Essa frase sempre me pareceu enigmática. Ora por se chocar com minha inercia, ora por me levar a longas reflexões.
Vejo que a palavra vitoria ou o verbo vencer podem ser entendidos sob diversos prismas. Pode-se dizer que o sujeito venceu na vida, venceu na carreira, venceu como pessoa, venceu como pai, foi vitorioso em seus objetivos, obteve vitoria em uma disputa, saiu vitorioso de uma luta.
Todos os usos acima usam o mesmo conceito semântico de alcançar o objetivo ao qual o uso conceitual dessas palavras é aplicado; mas não parece estranho? Que se possa usar um mesmo verbo ou um mesmo substantivo para caracterizar situações que muitas vezes mostram um contexto, premissa, valores, espectro completamente antagónicos?
Por exemplo, vencer na vida pode ser oposto à vencer como pessoa dependendo de qual conceito cada um tem sob o que seriam esses objetivos. Muitas vezes vencer na vida pode estar fazendo cognição a um lado mais material e vencer como pessoa pode se ligar mais ao lado espiritual; o que pode se tornar antagónico dependendo dos valores que cada pessoa define como acessório à esses conceitos.
Simplificando, vencer e vitoria podem assumir diferentes significados, revelar diferentes valores, que em diferentes situações podem apresentar um contexto e visão geral antagónicos sendo conceitualmente a mesma coisa.
E constatando assim que a impressão da linguagem é algo muito pessoal e depende muito de cada um, comecei a pensar no fato de que muito de nossas decisões ocorrem por osmose!: por conselho, referencial (pessoa que se toma de exemplo em determinada questão), influencia de parentes, o que se lê e ouve na midia. E após pensar isso me lembrei de algo que tomo sempre como premissa em minhas divagações mentais: Que o resultado de longo prazo é efeito das decisões de curto prazo, que cada decisão minúscula reflete no longo prazo o contexto geral do que acontece.
E ai veio o nó na cabeça! Por que se tudo em linguagem é muito relativo, e se aquilo que vemos e ouvimos é resultado de uma percepção muito pessoal de cada um sob o mundo, e se somos seres individuais e conscientes que teriam assim uma felicidade diferente mesmo que em detalhes do que qualquer outra pessoa; para onde ir? o que é universal? o que é certo? o que pensar? - é aquela vontade de ter um chão firme para se voltar e o branco que da sobre tudo que é mais real!.
Pois bem, muitas pessoas podem falar que esse raciocínio todos fazem em um certo ponto da vida, que é cair num cliché, que é infantil, ou até que é o velho debate de universalismo VS relativismo. Mas de qualquer forma para quem acha que a infância foi uma coisa boa e tem saudade dela, e para quem não esta nem ai para o método mas sim para o conteúdo relativo aos conceitos!; para esses eu comecei a chegar numa conclusão interessante!
Se tudo é relativo, mas se vivemos em sociedade, se a dialetica é a mãe da incerteza. Recorri para algo que é premissa na minha maneira de ver o mundo: A moral, a espiritualidade, a praticidade de se admitir que o simples sempre é o correto. E o interessante é que usar essas premissas não me conduziu a uma formatação conceitual; mas sim a uma resposta sobre tudo, o universo e tudo mais*, que servisse para mim, que me deixasse confortável, que tirasse um pouco do caos!.
E esse talvez seja o ponto. Que usar nossos valores, nossa percepção, para chegar a uma ideia de que decisões tomar, de conduta, de objetivos, de longo prazo, só leva a um mundo que será confortável, a cada um de nós, sozinho, único - É se admitir para si mesmo e ver que esse é o começo da felicidade; e não mais viver num mundo de formadores de opinião, de filósofos universais, de métodos certos, de gostos genéricos; é se deleitar com sigo mesmo e não com nossos pais, amigos, ou nossa sociedade!
Como diria o Raul!: "Destino é a gente que faz, na mente de quem for capaz."
* - Referencia ao filme "Guia dos mochileiros das galáxias"
Essa frase sempre me pareceu enigmática. Ora por se chocar com minha inercia, ora por me levar a longas reflexões.
Vejo que a palavra vitoria ou o verbo vencer podem ser entendidos sob diversos prismas. Pode-se dizer que o sujeito venceu na vida, venceu na carreira, venceu como pessoa, venceu como pai, foi vitorioso em seus objetivos, obteve vitoria em uma disputa, saiu vitorioso de uma luta.
Todos os usos acima usam o mesmo conceito semântico de alcançar o objetivo ao qual o uso conceitual dessas palavras é aplicado; mas não parece estranho? Que se possa usar um mesmo verbo ou um mesmo substantivo para caracterizar situações que muitas vezes mostram um contexto, premissa, valores, espectro completamente antagónicos?
Por exemplo, vencer na vida pode ser oposto à vencer como pessoa dependendo de qual conceito cada um tem sob o que seriam esses objetivos. Muitas vezes vencer na vida pode estar fazendo cognição a um lado mais material e vencer como pessoa pode se ligar mais ao lado espiritual; o que pode se tornar antagónico dependendo dos valores que cada pessoa define como acessório à esses conceitos.
Simplificando, vencer e vitoria podem assumir diferentes significados, revelar diferentes valores, que em diferentes situações podem apresentar um contexto e visão geral antagónicos sendo conceitualmente a mesma coisa.
E constatando assim que a impressão da linguagem é algo muito pessoal e depende muito de cada um, comecei a pensar no fato de que muito de nossas decisões ocorrem por osmose!: por conselho, referencial (pessoa que se toma de exemplo em determinada questão), influencia de parentes, o que se lê e ouve na midia. E após pensar isso me lembrei de algo que tomo sempre como premissa em minhas divagações mentais: Que o resultado de longo prazo é efeito das decisões de curto prazo, que cada decisão minúscula reflete no longo prazo o contexto geral do que acontece.
E ai veio o nó na cabeça! Por que se tudo em linguagem é muito relativo, e se aquilo que vemos e ouvimos é resultado de uma percepção muito pessoal de cada um sob o mundo, e se somos seres individuais e conscientes que teriam assim uma felicidade diferente mesmo que em detalhes do que qualquer outra pessoa; para onde ir? o que é universal? o que é certo? o que pensar? - é aquela vontade de ter um chão firme para se voltar e o branco que da sobre tudo que é mais real!.
Pois bem, muitas pessoas podem falar que esse raciocínio todos fazem em um certo ponto da vida, que é cair num cliché, que é infantil, ou até que é o velho debate de universalismo VS relativismo. Mas de qualquer forma para quem acha que a infância foi uma coisa boa e tem saudade dela, e para quem não esta nem ai para o método mas sim para o conteúdo relativo aos conceitos!; para esses eu comecei a chegar numa conclusão interessante!
Se tudo é relativo, mas se vivemos em sociedade, se a dialetica é a mãe da incerteza. Recorri para algo que é premissa na minha maneira de ver o mundo: A moral, a espiritualidade, a praticidade de se admitir que o simples sempre é o correto. E o interessante é que usar essas premissas não me conduziu a uma formatação conceitual; mas sim a uma resposta sobre tudo, o universo e tudo mais*, que servisse para mim, que me deixasse confortável, que tirasse um pouco do caos!.
E esse talvez seja o ponto. Que usar nossos valores, nossa percepção, para chegar a uma ideia de que decisões tomar, de conduta, de objetivos, de longo prazo, só leva a um mundo que será confortável, a cada um de nós, sozinho, único - É se admitir para si mesmo e ver que esse é o começo da felicidade; e não mais viver num mundo de formadores de opinião, de filósofos universais, de métodos certos, de gostos genéricos; é se deleitar com sigo mesmo e não com nossos pais, amigos, ou nossa sociedade!
Como diria o Raul!: "Destino é a gente que faz, na mente de quem for capaz."
* - Referencia ao filme "Guia dos mochileiros das galáxias"
14/06/2009
O verdadeiro amor
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse Amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tivesse Amor, nada disso me aproveitaria. O Amor é paciente, é benigno; o Amor não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O Amor nunca falha. Havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; mas quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o Amor.
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Paulo - Primeira Epístola aos Coríntios, capitulo 13
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Paulo - Primeira Epístola aos Coríntios, capitulo 13
12/06/2009
Caminho da vida

No alto da montanha da vida podemos enxergar tudo que virá pela frente. Os lugares ásperos e os bons. Podemos enxergar como de relance um caminho com distancias dignas do infinito.
No alto dessa montanha não enxergamos o caminho que esta atrás de nós, mas esse caminho esta na bagagem da mente.
No alto dessa montanha, no pico mais alto, podemos ver o fim do caminho, podemos ver o horizonte. Mesmo com o infinito para percorrer podemos sentir o sabor e o sentimento da linha de chegada, do horizonte.
No alto dessa montanha experimentamos a insignificância de uma vida e não estamos mais neste mundo. Nessa montanha vemos a Deus pois estamos no ponto mais alto do caminho, ou pelo menos o sentimento mais sublime que já experimentei - A sensação de paz, felicidade e tranquilidade suprema; como se nada mais importasse, ou tivesse peso.
É a sensação de não enxergar mais o mundo, mas sim convidar cada vibração para um banquete de paz, e sentir o outro sem "por que" ou futuro, mas simplesmente compartilhar com ele essa felicidade.
11/06/2009
Pensamento do dia
Aqui no blog eu escrevo sempre em primeira pessoa. E irei escrever sempre! Já que esse é o MEU blog, nada mais justo do que dar conotação pessoal as coisas que escrevo aqui....
Bem, mas vamos la!!!!
Cada vez mais eu percebo que o ser humano se comunica através do medo, e não de quem realmente é! É muito difícil e com muito poucas pessoas que realmente nos comunicamos mostrando toda a gama da nossa alma.
Vejo que as pessoas estão mais preocupadas em garantir que as coisas "vão indo" em sua vida (e quando falo isso não faço referencia a trabalho ou família, mas sim a forma como nos relacionamos socialmente), do que mostrando sempre suas verdadeiras tendências procurar no mundo quem lhes assemelhe... Isso é critico! por que acho que somente mostrando-se ao mundo ele nos enxerga. Note que eu falo mundo !!!
O que tento explicar é muito abstrato, mas todos nós sentimos, todos nós percebemos e todos nós fazemos! Acho que é o medo do ser humano da solidão e o fato de demonstrar o afeto pelo outro lhe escondendo tudo, para que ele não lhe recuse a fronte da alma.
Devia ser ao contrario! Acho que a medida que valorizamos o que oferecemos de bom, e vemos que é muito se oferecemos muito; a tendência é receber muito e oferecer muito mais. Note que o contrario do pensamento ao qual tentei materializar nos parágrafos acima gera um circulo virtuoso, enquanto que sua realidade trás sempre estabilidade.
Muitas vezes na vida ficar parado é andar para trás. E quando o copo esta cheio; ao por mais agua ele transbordará.
Assim acho que acontece com as pessoas - Muitas sentem pouco, e passarão a vida inteira com pouco. Mas sempre haverá aquelas que trocarão o copo por uma jarra.
Bem, mas vamos la!!!!
Cada vez mais eu percebo que o ser humano se comunica através do medo, e não de quem realmente é! É muito difícil e com muito poucas pessoas que realmente nos comunicamos mostrando toda a gama da nossa alma.
Vejo que as pessoas estão mais preocupadas em garantir que as coisas "vão indo" em sua vida (e quando falo isso não faço referencia a trabalho ou família, mas sim a forma como nos relacionamos socialmente), do que mostrando sempre suas verdadeiras tendências procurar no mundo quem lhes assemelhe... Isso é critico! por que acho que somente mostrando-se ao mundo ele nos enxerga. Note que eu falo mundo !!!
O que tento explicar é muito abstrato, mas todos nós sentimos, todos nós percebemos e todos nós fazemos! Acho que é o medo do ser humano da solidão e o fato de demonstrar o afeto pelo outro lhe escondendo tudo, para que ele não lhe recuse a fronte da alma.
Devia ser ao contrario! Acho que a medida que valorizamos o que oferecemos de bom, e vemos que é muito se oferecemos muito; a tendência é receber muito e oferecer muito mais. Note que o contrario do pensamento ao qual tentei materializar nos parágrafos acima gera um circulo virtuoso, enquanto que sua realidade trás sempre estabilidade.
Muitas vezes na vida ficar parado é andar para trás. E quando o copo esta cheio; ao por mais agua ele transbordará.
Assim acho que acontece com as pessoas - Muitas sentem pouco, e passarão a vida inteira com pouco. Mas sempre haverá aquelas que trocarão o copo por uma jarra.
01/06/2009
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A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos...
TUDO BEM!
O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum...
é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.
Chico Xavier
A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos...
TUDO BEM!
O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum...
é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.
Chico Xavier
A PAST AND FUTURE SECRET
A Historia é dos grandes, nobres e pequenos. Tem gente mesquinha e gente procurando o status.
Os pequenos nunca tem dinheiro, os médios podem ser grandes mas quase sempre querem ser nobreza, os miseráveis não tem nada mas seu privilegio é serem iguais em qualquer época da historia.
E há os não classificados, não lhes importa os criterios, somente suas ideias por mais absurdas, por vezes são chamados de loucos e raramente de génios.
Relevando o anacronismo das palavras grandes, nobres, pequenos, loucos, status e miseráveis, mas entendendo-as como figuras do senso comum que aparecem nos diferentes momentos da historia percebi algo engraçado; enquanto a cultura, realidade material, valores e estruturas mudam nos mais diversos nichos sociais ao longo do tempo há algo que passa a sensação de imutável: Os miseráveis ou mendigos, os loucos, e os génios.
Os miseráveis ou mendigos por mais que a sociedade mude, ou por mais diferente que seja a sociedade, são sempre os marcados pela ausência extrema de toda a sorte de coisas, compondo uma figura eterna, qual seja a época ou lugar serão sempre iguais independentemente das estruturas mentais actuantes. Por que sempre terão como premissa a exclusão e a sobrevivência, não lhes sobrando muito espaço para adentrar profundamente nas questões de sua epoca. É claro que cada época marca seu pensamento, mas o interessante é que são esses miseráveis aqueles que ao longo da historia são os mais livres da ação das estruturas mentais por estarem à margem; torna-se interessante pensar que aqueles que não tem nada porventura desfrutarão de um pensamento mais livre e mais aberto e também mais eterno do que qualquer um de nós por mais que estudemos, esforcemo-nos ou pensemos. Pois nós sempre estaremos dentro do palco em que se passa o teatro das marionetes movimentadas pelas estruturas.
Mas há também outro grupo, se é que pode-se assim dizer, de pessoas que se destacam. São os loucos e os génios. Os loucos como os mendigos são marcados por viverem uma realidade muito mais alternativa, e vivem suas ideias, medos, valores e alma intensamente; pois passam a vida em conflito interno, introspectivos. Logo vivenciam mais a consciência. Levando a pensar que talvez sejam aqueles que melhor compreendam a natureza humana.
Os génios como os loucos compartilham esse viés alternativo. Mas são aqueles que sendo diferentes mudam muito o mundo. Não me atreveria a diferenciar um genio de um louco, mas somente a classificar como um ou como outro pelo modo como marcaram o mundo.
E desse jeito parece que a historia é feita pelo comum. O que me leva a questionar sempre qual seria a diferença entre comum e medriocre... Fica ai uma boa reflexão pra dar um nó no cérebro...
Os pequenos nunca tem dinheiro, os médios podem ser grandes mas quase sempre querem ser nobreza, os miseráveis não tem nada mas seu privilegio é serem iguais em qualquer época da historia.
E há os não classificados, não lhes importa os criterios, somente suas ideias por mais absurdas, por vezes são chamados de loucos e raramente de génios.
Relevando o anacronismo das palavras grandes, nobres, pequenos, loucos, status e miseráveis, mas entendendo-as como figuras do senso comum que aparecem nos diferentes momentos da historia percebi algo engraçado; enquanto a cultura, realidade material, valores e estruturas mudam nos mais diversos nichos sociais ao longo do tempo há algo que passa a sensação de imutável: Os miseráveis ou mendigos, os loucos, e os génios.
Os miseráveis ou mendigos por mais que a sociedade mude, ou por mais diferente que seja a sociedade, são sempre os marcados pela ausência extrema de toda a sorte de coisas, compondo uma figura eterna, qual seja a época ou lugar serão sempre iguais independentemente das estruturas mentais actuantes. Por que sempre terão como premissa a exclusão e a sobrevivência, não lhes sobrando muito espaço para adentrar profundamente nas questões de sua epoca. É claro que cada época marca seu pensamento, mas o interessante é que são esses miseráveis aqueles que ao longo da historia são os mais livres da ação das estruturas mentais por estarem à margem; torna-se interessante pensar que aqueles que não tem nada porventura desfrutarão de um pensamento mais livre e mais aberto e também mais eterno do que qualquer um de nós por mais que estudemos, esforcemo-nos ou pensemos. Pois nós sempre estaremos dentro do palco em que se passa o teatro das marionetes movimentadas pelas estruturas.
Mas há também outro grupo, se é que pode-se assim dizer, de pessoas que se destacam. São os loucos e os génios. Os loucos como os mendigos são marcados por viverem uma realidade muito mais alternativa, e vivem suas ideias, medos, valores e alma intensamente; pois passam a vida em conflito interno, introspectivos. Logo vivenciam mais a consciência. Levando a pensar que talvez sejam aqueles que melhor compreendam a natureza humana.
Os génios como os loucos compartilham esse viés alternativo. Mas são aqueles que sendo diferentes mudam muito o mundo. Não me atreveria a diferenciar um genio de um louco, mas somente a classificar como um ou como outro pelo modo como marcaram o mundo.
E desse jeito parece que a historia é feita pelo comum. O que me leva a questionar sempre qual seria a diferença entre comum e medriocre... Fica ai uma boa reflexão pra dar um nó no cérebro...
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