Algo que passei a entender é que as palavras, conceitos e até propria realidade tem diferentes significados para cada um. Algo interessante é que o que enxergamos é igual, o que sentimos é igual, a dor é igual, o palpavel é sempre igual; mas a concepção e significado do que se vê varia ao infinito.
Desse modo acho que tambem o amor pode ser concebido. Na minha lei do amor; ele seria aquilo que liga todas os seres, que da cor a realidade, unico sentimento que faz a alma sentir conforto, acolhimento e a faze-la relaxar. O amor no sentido maior é uma relação, entre os seres, não há amor sem um objeto a ser amado. O amor independe de mutia coisa, so me arriscaria a dizer que depende de uma intensão profunda de alma a alma.
Mas como notar algo que liga tudo e a todos, que esta em tudo, que é inseparavel de cada um? De todas as coisas talvez o amor seja a maior estrutura mental (estrutura concebida na ideia de algo tão superior aos olhos do individuo que dificilmente é notado, alterado ou concebido)?
A depressão ajuda! Acho que uma das consequencias da depressão é passar a amar! por incrivel que pareça.... Amar mais, melhor, mais forte. Por que conforme vamos decendo no buraco, vão ficando tambem as camadas mais superficiais de nosso ser, vamos ficando nus! E se o amor é o mais basico, quanto maior o buraco, mais nos aproximamos do amor, tambem ele sem nenhuma veste ou ornamento, no sentido mais profundo de sua aparencia.
É uma definição louca, mas loucamente correta, da qual so quem realmente ja teve depressão pode confirmar. O buraco é fundo, a jornada dura, mas tambem, quando nosso ser emerge de volta dos refolhos de nossa propria alma, nos diferentes niveis da sua concepção; nú, vai se vestindo de novo, mas somente com as roupas que realmente queria, todo o exesso vai para o lixo, por que constantemente nos caminhos da vida acumulamos muita coisa, muita merda!; é o ponto onde menos é muito mais!
16/11/2010
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