1 - Cada um de nós tem capacidades, habilidades, chances. Muitas vezes essas caracteristicas podem ser encardas por dois campos: O intelectual que constituiria a parte consciente da pessoa, e o campo material que constituiria a parte da pessoa que se integra com o mundo - duas partes de uma mesma racionalidade mental - Notando-se o sentido de que a parte intelectual seria a de juízo de valor e biblioteca mental, enquanto que a parte material definiria as relações desse genio com o exterior, expressando e guiando as escolhas.
2 - Todos vivemos, e ao vivermos fazemos escolhas, seguimos caminhos, definimos metas, expressamos gostos. E trilhando nossos caminhos podemos fazer novas escolhas sempre a partir do presente.
Pensando nessas duas premissas acima e analisando a "parábola dos talentos" aferi algumas coisas interessantes:
Muitas vezes Deus da moedas, ou talentos, em diferente quantidade a cada um de seus filhos, de acordo com o que mereça, sem jamais negar mais moedas a quem faça por merecer. Mas as moedas poderiam ser encaradas como o que??? Saúde? Sanidade? dinheiro? amor? bondade? sorte? espiritualidade?
Acho que a parábola dos talentos não se refere às habilidades ou materialidade de cada um. Mas sim a missão a qual Deus delega a cada um de nós que nos trará em sua experimentação novas luzes e realidades, que constituirão nossos novos tesouros pilhados no tempo.
Por que se há causa e efeito é simples pensar que aquilo que temos hoje seja resultado de nosso esforço, e logo, o que somos não seriam as moedas de Deus, mas o quão mais poderemos ser com menos tempo e sofrimento. Talvez ai se encaixe uma sabedoria maior ao ter justiça no progresso, ao dar suas moedas. Ao distribuir não carros, casas, famílias; mas realidades, missões, dificuldades, pessoas, para que estas ultimas constituam o laboratório de nossas almas; mostrando cada vez mais os verdadeiros mistérios, que só são mistérios por ainda não haverem sido desvelados, e não por destinação eterna.
Muitas vezes podemos ter dons que sejam aparentes, mas talvez a pessoa mais introspectiva e fechada do mundo galgue muito mais coisas pelas decisões que toma, do que aquele que de pronto aparenta o sucesso. Por que se a vida é um período de tempo, e se o tempo é eterno como a alma, há que se considerar que o sucesso de hoje pode resultar num futuro vazio, enquanto que uma vida bem traçada primeiramente na mente pode nos conduzir a melhores possibilidades no sentido da probabilidade em um futuro próximo.
24/07/2009
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Um comentário:
resposta no meu blog!!
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